“Eu acordo todo dia com vontade ZERO de ir trabalhar”

Se não está legal, sai dessa e parte para outra. Seu coração sabe sempre o que é melhor para você. Ouça-o.

“Achei o Manual de Ingenuidades no Google, quando digitei a frase: ‘todo dia penso em pedir demissão’.

“Me identifiquei 100% com o leitor do post ‘Para mudar, você precisa saber aonde quer ir’.

“Tenho 26 anos, ainda moro na casa dos meus pais. Sou noivo, caso em seguida, com uma pessoa que está sempre ao meu lado.

“Minha vida vai bem mas onde ‘a ferida dói’ é na questão profissional. Sou Designer, formado em Publicidade e Propaganda, hoje trabalho numa multinacional. Já trabalhei em outras empresas grandes e conhecidas.

“Não tenho futuro nessa empresa justamente por ser um ‘Designer Gráfico’ – não sou um ‘Analista de Marketing’, por exemplo, com plano de carreira estabelecido, e promoções de Júnior para Pleno, para Sênior etc.

“Acordo (ou tento acordar) todos os dias com vontade ZERO de vir para o trabalho. Ganho relativamente bem para a minha área, mas sou um eterno insatisfeito. Quero sempre melhorar, surpreender as pessoas.

“Já me esgotei aqui na empresa. Não tenho paciência para ninguém, acho que tudo está errado, quando entra um novo funcionário eu já o ‘contamino’ com as coisas ruins da empresa.

“Uma coisa engraçada é que sempre tenho milhares de ideias de abrir um negócio diferente, numa área que me apaixona: carros. Aos sábados, veja só, acordo às 7h com 100% de disposição para ir à um curso de automobilística que estou fazendo.

“O ‘engraçado’ disso tudo é que quando peço conselhos ao meu pai, que foi empresário grande parte da vida dele, ele me diz que não tem sentido eu abrir uma empresa incerta. Mas quando vejo o que os outros fazem, tenho plena certeza de que posso fazer muito melhor.

“Sinto que estou desperdiçando tempo e o problema maior é que acabo descontando todo este stress e impaciência em minha família e na minha noiva.

“Você tem alguma dica?”

Meu caro companheiro de ingenuidade,

Que bom que você encontrou o Manual. Seja bem vindo! E obrigado por compartilhar suas questões conosco, aqui em nossa pequena comunidade.

Você aponta, no início de seu relato, duas questões importantes, que impactam a carreira de muita gente: (1) entendi que você é um designer trabalhando numa empresa cujo core, cuja competência central, cuja atividade fim não é o design e (2) você não tem um bom plano de carreira à sua frente, provavelmente porque na carreira em Y você está na perna do especialista e não na do gestor. Ou seja: se trabalhasse em jornalismo, você seria um repórter que vai virar repórter especial, que não vai virar editor e portanto jamais chegará à redator chefe ou diretor de redação.

O ponto 1 de fato é um problema. Ser um médico numa indústria de autopeças será sempre mais árido e menos entusiasmante do que ser um médico num hospital de ponta. O ponto 2 pode ser bom ou ruim. A carreira de especialista, para alguém com alma de especialista, pode ser muito mais feliz do que uma carreira de gestão, em que o sujeito sobe mas tem que lidar mais com números, com venda, com disputas de poder e puxadas de tapete, tem que liderar pessoas etc. São outras pressões. Então depende um bocado de você. Trata-se de uma escolha. E para tomar a melhor decisão você precisa, antes de mais nada, se conhecer bem. O que nunca é um exercício tão simples quanto parece.

Mais adiante em sua mensagem, no entanto, você coloca um ponto enorme, fundamental, com estatura para mudar o rumo da conversa: talvez o seu problema não seja com a empresa para a qual você trabalha, nem com as demais onde trabalhou, nem com o plano de carreira ou com a carreira em Y – talvez o seu problema seja com a própria profissão que abraçou. Talvez seu coração não esteja batendo mais (se é que um dia bateu) no design gráfico. Quando você diz que mal consegue sair da cama para pilotar o seu Apple mas que acorda lépido nos sábados às 7h para fazer o curso de automobilística, por iniciativa própria, fica claro para mim que você está se relacionando oficialmente com uma mulher mas está de verdade apaixonado por outra.

Aos 26 anos, acho que você tem não apenas o direito, mas o dever, de seguir o seu desejo profissional, de satisfazer as suas vontades em relação ao mundo do trabalho. (Não que fosse diferente se você tivesse 36, 46 ou 66 anos. Mas aos 26 isso é mais óbvio e imperativo.) Se sua paixão é carro, corra atrás disso. E não dê ouvidos a ninguém – escute apenas o seu coração. Estude o mercado, bata nas portas, converse com as pessoas, insira-se nesse mundo, deixe seu olho brilhar. Como executivo ou como empreendedor – isso não é tão importante nesse momento. Afinal, é esse assunto que lhe encanta, é esse o mundo que lhe dá prazer. É daí que virá o combustível para a jornada que você vai precisar trilhar – combustível que já parece esgotado na sua trajetória de designer gráfico.

Desejo que em 2012, esse ano que acaba de começar, você se aproxime do seu sonho. Passo a passo, um dia após o outro, no ritmo que lhe for possível – mas sem jamais desistir dele, porque isso seria desistir de você mesmo.

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29 Comentários.

  1. Autor do post acima

    Adriano, obrigado por clarificar a minha mente. Acredito totalmente que você tem razão. O “tesão” em design gráfico, a chama, está se apagando. Mas esse meu sonho pode (e vai) tornar-se realidade com certeza.
    2012 promete.

    Um grande abraço e um ótimo ano.

  2. Adriano, queria lhe dizer que eu acompanho seu blog a uns 2-3 anos, desde a época da Revista EXAME, e que por muitas vezes, mesmo sem ter feito diretamente minhas perguntas, as tive respondidas por você e pelos seus leitores.

    Esse ultimo post é um exemplo concreto disso. Compartilhei com o problema do nosso amigo. Eu passei os últimos anos meio desacreditado em minha carreira – e até por isso em minha vida pessoal – mas resolvi encarar um processo de autoconhecimento e fui atrás de respostas. Não foi fácil, mas estou contente, valeu a pena! No fim acabei largando meu emprego e indo passar um tempo no exterior viajando. Foi uma das melhores coisas que já fiz na minha vida! Voltei a 2 semanas sem emprego, quase sem dinheiro, mas finalmente encontrei respostas, ou mais do que isso, encontrei um caminho “meu” pra trilhar. Sei que novas questões surgirão, mas eu agora tenho a auto-confianca necessária para respondê-las. Agora é pé na tábua, e fazer acontecer!

    Mesmo sem nunca termos nos falado, ou nos conhecido, obrigado!

  3. Hey, Gustavo. Muito obrigado por frequentar o Manual e por escrever. Fico feliz por saber do seu momento bom e da coragem que você teve para construi-lo. Que 2012 seja o melhor ano da sua vida! Abraço.

  4. Oi Adriano, eu deveria ter te respondido num post lá dos tempos do Manual. Bem parecido com esse.
    Eu era advogado em um grande escritório de propriedade intelectual do Rio. Não estava exatamente miserável – o dinheiro entrava, em dois anos eu já tinha conquistado meu espaço entre meus pares, era respeitado e estimado pelos sócios e clientes. O trabalho era bacana e blablabla. Mas ALGUMA COISA ali atingia minha integridade – de alguma maneira uma sensação ruim sobrevinha. Issa meta-conversa toda pra te dizer que eu não precisei chegar no fundo do poço descrito nesse post pra pedir demissão. Também, em nome da minha integridade, não dei aviso prévio gigantesco. Avisei no dia 25 que meu último dia seria no 30 – o suficiente pra um handover decente. E tchau. Recebi um aceno financeiro de volta, mas não era esse o caso. Não fiz cálculos nem procurei os assuntos de CLT. Eu precisava de uma porta de saída. Só precisava me encaminhar em direção a ela. E fui. Hoje trabalho como advogado numa empresa de televisão e posso te dizer que foi uma oportunidade feliz que surgiu na sequencia da minha decisão.
    Ler o seu post naqueles tempos – que não encontrei agora mas foi um dos mais comentados e é sobre o mesmo tema – algumas vezes, foi a ignição desse insight e posso te falar que foi a decisão mais feliz que eu podia ter tomado. Tenho amigos que mantém seus empregos ´acordando sem vontade de ir trabalhar´. Honestamente – papo espiritual à parte – acho que a gente não tem duas chances e a responsabilidade de decidir pelo melhor é um ônus do simples fato de estar vivo. Abrir mão pode doer às vezes, mas é necessário.
    Como um amigo, fico feliz em descobrir conhecimento com seus posts, e também um certo prazer em eventualmente discordar de alguma idéias suas – muito faz parte do diálogo que você incita em cada um de nós. Eu incluído! Obrigado por nos ajudar a decidir.
    Seu blog é um barato incrível. Parabéns, e super obrigado por ter tido a bondade de se dedicar e escrever e nos conceder suas idéias. Suas palavras são honestas, executivo ingênuo. Saúde! Grande abraço,

  5. Acho que a palavra chave do texto é “deixe seu olho brilhar”. Em outras palavras – entusiasmo, interesse, envolvimento, paixão! Isso é tudo para se manter vivo.

  6. Nossa, me encontro na mesma situação, e por coincidência na mesma área de trabalho com os mesmo problemas. Exceto pelo fato de haver algo que me motive, seja no trabalho ou fora, ainda não tenho algo como o curso automobilístico do amigo em questão. Acredito que encontrar essa motivação seria o passo mais difícil! Seria legal que hoje o amigo comentasse sua escolha tomada rs

  7. Boa tarde,
    Trabalho a quase 1 ano em uma empresa na área de madeiras e todos os dias sinto vontade de continuar na cama,pois tenho um encarregado que infelizmente não teve estudos só tem essa posição pelo tempo nessa área,os donos da empresa são muito legais,o salário não atrasa,só que está sendo difícil demais permanecer nessa posição,talvez eu esteja um pouco chateado por ter sido deslocado de uma função confortável para uma função que requer força bruta,até mesmo pelo fato de eu estudar Engenharia e está no 4 período,estou precisando de ajuda,pois já não estou suportando se quer ouvir a voz de algumas pessoas,e isso está afetando talvez no meu desempenho na faculdade,preciso urgente se ajuda,alguma ideia pra que eu possa desenvolver,os meus dias estão muito difíceis,até mesmo em casa estou bastante irritado com as pessoas q amo e estão sempre do meu lado,se caso tenha alguma ideia por favor me ajude.
    Atenciosamente….

    • Olá, W.
      Obrigado por ler o Manual e por entrar em contato.
      A partir da sua descrição, acho que a solução é fácil: saia de lá, troque de emprego, vá para outro lugar e para outra função que lhe permitam ser mais feliz – ou menos infeliz – no seu dia a dia.
      Grande abraço e boa sorte em tudo!

  8. Poxa, foi muito bom ter encontrado esse manual,eu tenho eu tenho 25 anos no ramo de vendas ,mas não suporto mais,estou de saco cheio cumprir metas ,está ligando para cliente ,arranjei um Novo emprego na mesma área mas só de pensar em começar,sinto uma angustia uma tristeza,sinceramente penso se devo aceitar ou não,sei que não suporto mais,me ajude.

    • Oi, Mario. Seja bem-vindo ao Manual! Acho que você mesmo já respondeu categoricamente a sua própria pergunta. Basta se ler – aqui nos comments e também internamente, e aceitar aquilo que você está se dizendo. Grande abraço e tenha um ótimo 2014!

  9. Oi Adriano,sou uma dona de casa tenho 2 filhos um de 16 outro de 2.comecei muito cedo trabalhar,aos 16 já fui para o Japão trabalhar,e desde então nunca gostei de trabalhar,acordar cedo pra mim e sair década e muito difícil,da pra contar o dia em que eu acordei com vontade de trabalhar! Quase toda semana eu faltava um dia no trabalho,nossa era cada desculpa que eu enventava! Mentia muito,passei onze anos lá e foi sempre assim,isso que troquei de emprego umas 20 vezes,até que descobri que o problema era eu e não o trabalho,e fiquei no último emprego 8 anos…mais daquele jeito,aos trancos….meu marido me falava,você não tem responsabilidade com as coisas,etc…em 2009 vim p Brasil,sem vontade nenhuma de procurar emprego,até que um dia meu marido se encheu e falou qp mim fazer algo para minha vida,ai fui atraz de um emprego,bati em muitas portas mais nada,pois não tenho estudo,tudo que sei e só trabalhos manuais,eu consegui enfim um trabalho de vendedora de roupa numa loja pequena…mais amei mesmo,era tudo novidade p mim,eu era empacotadeira no início,depois pedi para ele me deixar vender também,ele aceitou,passei um mês certinho sem falta no trabalho,depois já me desanimei e comecei a por impecilios e defeito em tudo,tudoestava ruim,acordava de mal humor so de pensar em trabalhar,enfim engravidei do meu 2 filho,e sai no final da gestação.e não quiz nem saber de voltar a trabalhar….só de pensar já tenho vontade de chorar…já me da depressão um dia antes de ir…..será q preciso de ajuda para melhorar esse meu lado…? Queria ser diferente!!!

    • Oi, Fabiana. O que você gosta mesmo de fazer? O que as pessoas vivem dizendo que você faz bem? O que você faria com prazer mesmo que não lhe pagassem nada em troca? Responda com calma, para si mesma, essas três perguntas. Não se trata de encontrar um emprego – mas de encontrar a si mesma. Um beijo e boa sorte!

  10. Ola Adriano, sinto um pouco do que a Fabiana escreveu. Tem dias também que estou eufórico e outros pra baixo sem animo e começo a remoer em minha cabeça coisas do tipo: de que vale tudo isso, etc

    As vezes penso que pode ser patológico ou seja , deveria procurar um especialista pois parece uma especie de depressão. Que você acha.

    Outra pergunta: como faço para conhecer a mim mesmo como você em outras respostas dos colegas

    • Márcio, essa é a grande batalha dos dias em que vivemos – lidar com a ansiedade que nos joga a adrenalina lá em cima, e com a depressão que se segue, quase como uma resposta química do organismo àquele nível de ansiedade. Às vezes procurar ajuda faz sentido. Mas não nas drogas – lícitas ou não. E sim em como lidamos com as coisas, em como vivemos, em nosso comportamento e em nossas atitudes. Abrx!

  11. Bom dia Adriano, faz 6 anos que trabalho com meu pai em um loja de fotografia, mas nas ultimas semanas estou sem vontade de vim trabalhar, estou estressada, e sempre procuro na internet algo sobre franquias de cosmeticos.. coisas assim que eu sinto vontade em fazer, mas tenho medo de falar pra ele que não quero mais trabalhar.. sei la, não sei oque eu faço. 😥

  12. :sad: eu me sinto assim me relacionando com um e amando outro…e pior nem sei quem é o outro se soubesse largaria td e correria atrás. Larguei algo que amava aos 20 anos e hj num tem mais como voltar. Fiz ADM e não me dei bem nesta área, tive negocio próprio por seis anos e agora nãos sei mais trabalhar pra terceiros…o que fazer..é claro q é melhor um passaro na não do que dois voando, melhor fazer qualquer coisa do que nd..mas me sinto completamente frustrada e pior obrigada a continuar neste empreguinho…me corrija se eu estiver errada por favor.

    • Oi, Luciana. Por que não dá mais para retomar o que você gostava? E, depois desse tempo, todo, se você olhar para si mesma hoje, o que lhe atrai genuinamente, o que lhe faria feliz profissionalmente? O futuro é sempre incerto. Cabe à gente inventá-lo, tentar a mão. Seu presente, no entanto, parece estar lhe passando um recado muito claro: mude. Beijo. Boa sorte em tudo.

  13. Engraçado como constantemente tem pessoas passando pelo mesmo problema, em várias épocas diferentes… Este artigo é de 2012, e cá estou eu, em 2014 lendo ele, e me identificando totalmente. O bom disso tudo é que podemos ver que não estamos sozinhos, e que ainda há solução para este dilema.

    Acabei de me formar em Contabilidade. No meio do curso, descobri que não era minha praia, mas como era numa Universidade Publica, resolvi ir até o final. Como foi chegando ao final do curso, foi preciso começar a trabalhar e em menos de um ano, já passei por três empresas. Em todas, coloco algm defeito, mas na verdade, tenho medo de que descubram que eu não sei desenvolver o trabalho, e que não tenho aptidão pela área. Hoje, vou ao terapeuta e ele está me ajudando a tomar a melhor decisão, mas sempre vem a duvida: E agora, vou fazer o que? E como já errei uma vez, tenho medo de errar novamente. E o que é pior, tenho oscilações de decisões, e as vezes, me dar vontade de estudar pra algum concurso, que na verdade, foi o real motivo que fiz Contabilidade, já que era o curso que melhor preparava para concursos, principalmente pq eu queria RFB. Agora me vejo nesse impasse, e não sei o que faço da minha vida. Não tenho tesão pelos trabalhos, não consigo ter sucesso profissional e não sei o que fazer, e como fazer pra mudar isso!

    Tenho 24 anos, ainda moro com meus pais, e não sou independente. Fato que me agonia, pois, as 18 prometi a mim mesmo, que não passaria dos 24 anos a minha indepêndencia financeira.

  14. Oi tudo bem
    Adriano essa é primeira vez que vejo. Seu site…estou a procura de um conselho porque realmente não aguento mais esta indecisão…
    Eu tenho 18 anos, sou aprendiz de uma empresa de seguros, meu contrato já. Esta acabando e fica aquela pessão em. Mim… Eu amo desenhar sabe (hq, animação) mas as pessoas falam até. Minha família desenho não vai garantir sua vaga nas empresas, ao invés de fazer um curso de desenho faça faculdade já cansei de procurar faculdade relacionada a desenho e encontrar(design gráfico, industrial, arquitetura) mas não é este o caminho, tem q ser o curso mesmo..moro com meus pais e estou com medo de quando meu contrato acabar eu estar fazendo. O curso. E não conseguir um bom emprego. Porque não fiz faculdade… Ou coisa diferente…

  15. Reginaldo Nascimento

    Olá Adriano quero parabenizar pelo tema.Efetivamente denota o quanto é extremamente importante esse assunto , sou presidente de empresa a 25 anos já selecionei e recrutei milhares de pessoas observo e estudo profundamente comportamentos corporativos na pratica,portanto é preciso acreditar na carreira escolhida e mais importante é formar um ciclo de amigos que possuem os mesmos objetivos profissionais e de amigos facilitara a expansão de novos horizontes enfatizo feche os ouvidos a influencias profissionais negativas , infelizmente os miseráveis atraem multidões os vencedores tende a ter dificuldades de conseguir seguidores. Importante na vida corporativa é sempre treinar pessoas para ocupar nosso lugar para que possamos ocupar um novo lugar, nunca pare esse ciclo promove autoestima e sucesso absoluto.Ajudar desenvolver pessoas aprendemos muito mais do imaginamos. Sucesso a todos participantes desse quadro maravilhoso. Obrigado Adriano por nós motivar a pensar. Alias acho que pensar é o trabalho mais pesado do mundo,portanto poucos fazem.
    Abraços a todos

  16. Olá Adriano, estou passando por um momento muito difícil e gostaria de saber como posso trocar uma ideia com você.
    Vi que dá sugestões em sua página e queria saber se isso tem algum custo.
    Aguardo seu contato.
    Muito obrigada!

  17. Muito boom!
    Eu estou na mesma situação só que sou web designer e estudo engenharia elétrica.

    Não tenho mais nem um prazer nenhum em trabalhar com web aqui na empresa. Quero abrir um negócio.

    Esse texto me motivou e acho que vou seguir meu coração.

  18. Bom dia, meu dilema é parecido mas pior: sou professora e já tentei dar aulas várias vezes, por fim desisti de por currículo e me sinto muito melhor fazendo tarefas domesticas do que em sala de aula…porém eu e meu marido estamos com um pouco de dificuldades financeiras(nada grave , dá pra viver ) mas do nada o telefone toca e era uma escola que coloquei currículo há três anos atrás, achei que era o destino, fiz a entrevista e na hora a pessoa quis me admitir porém me bateu aquele desespero e não tenho mais idade pra aceitar algo que me fará mal, tentar dar aula pela vigésima vez já sabendo que odeio! O que faço? Minha área(letras) não abrange mutas opções!

  19. Sai de uma empresa a seis meses atrás e não me coloquei em nenhuma outra neste período, não tenho vontade de sair a procura de um emprego, tenho receio de acontecer o mesmo do passado, trabalhei por 12 anos a fio e fui surpreendido com a demissão, não tenho mais vontade de procurar um emprego, me sinto triste, traído, acabei de me formar e mesmo assim não vejo mais sentido em buscar novos desafios

  20. Gloria de Oliveira

    Boa noite! Estou passando por um momento em complicado. Trabalho em uma empresa de eventos ha quase 3 anos, onde não há plano de carreira, os salários não respeitam regras, inclusive entrou uma pessoa na mesma função que a minha ganhando 500 reais a mais. Não suporto mais meu trabalho, mas não tenho como pedir demissão, sem conseguir outro emprego. O que fazer?! Desanimo total!!!

  21. Olá, tenho 45 anos, trabalho em uma multinacional, sou bastante elogiada pelo meu chefe, porém estou a cada dia com tolerância zero com o trabalho, estou muito cansada, não aguento mais esse mundo corporativo, onde as pessoas são falsas, querem puxar o tapete, não sabem o que fazem para conseguir se destacar. Talvez o problema seja o fato de ter começado muito jovem a trabalhar, com 14 anos. Desde então não parei mais, trabalhando, estudando, fazendo pós, inglês, espanhol. E na vida pessoal também tive alguns eventos que me deixaram um pouco”cansada”, casei, separei, tive filho sozinha, casei de novo, me separei, enfim, acredito que 90% da minha vida tive que me virar sozinha: criar o filho sozinha, morar sozinha, tomar minhas decisões sozinha. Pra ajudar sou filha única do meu pai, que é viúvo e idoso, pois minhas duas irmãs são apenas por parte de mãe, ou seja, meu pai é muito dependente de mim. Resumindo: hoje estou cansada dos compromissos, dos horários, da rotina, das pessoas do meu trabalho, só trabalho por questão de sobrevivência, pois objetivo profissional não tenho nenhum.

  22. Designer formado em Publicidade? Então você é publicitário, porque pra ser designer tem que ter faculdade de Design 😀

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